– Medinat al Zahara – a Brilhante – é património Mundial da Humanidade !

* Alandalus — Myriam de Carvalho @ 12:55 pm

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Parabéns à Espanha!
Medinat al Zahara – a Brilhante – é património Mundial da Humanidade
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‘Adoro’
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Parabéns, também, a todos quantos amamos a História do nosso Passado arábico-andalus 

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É com a maior emoção que partilho este vídeo, a partir do YouTube:

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Medina Azahara declarada Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO

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2018: 1 de julio. Madinat al-Zahra declarada Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO como ejemplo único de la arquitectura, el arte y la cultura omeya en Occidente. Medina Azahara es el conjunto arqueológico de la ciudad islámica que llegó a ser capital de al-Andalus en el siglo X. Córdoba es la única ciudad del mundo con cuatro declaraciones de Patrimonio de la Humanidad. 1996. La ciudad palatina de Medina Azahara de Córdoba protagoniza el reportaje “La ciudad efímera”. Madinat al-Zahra es el fastuoso y misterioso palacio que según la leyenda Abd-al Rahman III (Abderraman) mandó construir para su favorita Azahara. Es la crónica de la historia de amor y de destrucción de una ciudad abandonada setenta años después, por las guerras de Al-Andalus. En 1985 el monumento, el yacimiento arqueológico más grande de España, pasó a depender de la Junta de Andalucía y fue declarado Conjunto Arqueológico. El reportaje refleja también la polémica entre la Junta y el ayuntamiento de Córdoba por la protección del monumento y la construcción de viviendas en las inmediaciones del recinto. Declaraciones de Antonio Vallejo Triana (director conservador de Medina Azahara), Carmen Calvo Poyato (consejera de Cultura) y Luis Martín (teniente alcalde de Urbanismo del ayuntamiento de Córdoba). Es un reportaje de Pedro Moreno, locutado por Lola Álvarez y presentado por Agustín del Olmo. [Programa “Los reporteros” 296, 6 de octubre de 1996, Canal Sur Televisión]. Otras fechas clave: El 7 de octubre de 2003 concluyen los trabajos de restauración del yacimiento de Medina Azahara. 2016: 10 de febrero al 13. Congreso internacional en el Museo y Sede Institucional del Conjunto Arqueológico Madinat al-Zahra de la ciudad califal de Medina Azahara, con el objetivo de ser incluida en la lista de Patrimonio Mundial de la UNESCO. 1996: 15 de febrero. Presentado el Plan de Protección de Medina Azahara de Córdoba. 18 de abril. Día Internacional de los Monumentos y Sitios. Fue aprobado por la UNESCO en 1983 para tomar conciencia acerca de la diversidad del patrimonio cultural de la humanidad, de su vulnerabilidad y de los esfuerzos que se requieren para su protección y conservación. 2007: 5 de mayo – Nueva excavación arqueológica en Medina Azahara (Córdoba) para descubrir la muralla sur. 2012: 19 de mayo. Reconocimiento del museo de Medina Azahara de Córdoba como Museo Europeo del año 2012, por su excelencia y el alto nivel de calidad. 1923: 12 de julio. La ciudad de Medina Azahara, Córdoba, es designada Monumento Nacional. 2009: 9 de octubre. Inauguración de la sede institucional del Conjunto Arqueológico de Medina Azahara en Córdoba. 2010: 24 de noviembre. El Centro de Interpretación de Medina Azahara de Córdoba consigue el Premio de Arquitectura Aga Khan, galardón que se otorga a los principales trabajos arquitectónicos, urbanísticos o paisajísticos del mundo musulmán. Medina Azahara, misteriosa y polémica ciudad efímera de Córdoba (1996).

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Partilhado a partir do YouTube

Dia 2 de Julho de 2018

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Clássicos de outros tempos – Ibn Jafáya

* Alandalus,* Antologia — Myriam de Carvalho @ 5:58 pm

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Ibn JAFÁYA


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Ibn Jafáya (1058-1139) foi um dos maiores poetas do Al-Andalus.
Era natural de Alzira, na taifa de Valência, na época Almorávida.

Em certa medida, foi contemporâneo de Mio Cid (1040-1099).
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Ibn Jafáya: chamaram-lhe “o jardineiro” por tão bem cantar e descrever flores e jardins.
O seu estilo era tão admirado que influenciou manifestamente os poetas da sua época e seguintes.
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Encontram-se no You Tube, poemas seus, musicados.
E também basta um breve recurso à Net para se encontrarem traduções de poemas da sua autoria.
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Tento aqui uma versão, em português, de um pequeno poema:
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“Que felicidade a vossa, ó gentes do Al-Andalus!
Essas sombras ridentes, os regatos sonolentos,
esses rios, essas folhagens, esses lugares abençoados –
todos trazendo à nossa terra os jardins do Éden.
Pela sua excelência, seria esta a região que eu escolheria.
Não vos assusteis, amanhã, de entrar nestas terras de calor:
Nem o paraíso esmoreceria perante tanta incandescência”
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“Le Chant d’al-Andalous” – une anthologie de la poésie arabe d’Espagne.
Édition bilingue.
Traduit de l’Arabe (…)
Éd. Sindbad – 2011
ISBN 978-2-7427-9518-5
– página 181
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Publicado aqui, e igualmente no FB, por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 20 de Maio de 2017, pelas 19h

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Encantamento

* Alandalus,* Antologia — Myriam de Carvalho @ 7:05 pm

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O “encantamento entre o mouro e a cristã” é um tópico inapagável do legado que nos deixou o Al-Andalus, e que guardamos no nosso imaginário ibérico.
Na realidade, esse”encantamento” terá oscilado entre o belo e o trágico…
Mas dele, ficou-nos muito desses séculos de vizinhança inter-culturas, com as trocas inevitáveis não só genéticas mas também culturais – música, literatura, ciência, filosofia, religiosidade, práticas correntes do dia-a-dia…
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Descobri este artista, aqui na Net:
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David Bisbal – Al-Andalus – con letra;
Canción: Al-Andalus
con letra del nuevo disco de David Bisbal,
Albúm: Sin mirar atrás – 2009

db1Nota:

David Bisbal Ferré (born in Almería, Spain on June 5, 1979) is a Latin Grammy-winning Spanish pop singer, songwriter, actor. He gained his initial fame as a runner up on the interactive reality television show Operación Triunfo.

He has since released five studio albums, all of which topped the Spanish Albums Chart, in addition to recording a number of live albums. He has toured throughout Europe and Latin America and is now considered to be a crossover international artist.
(Wikip.)

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Imagens:

Parque Cultural Temático

Conoce el camino de la historia:

http://www.medinaalandalus.com/parque-cultural-tematico/

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 19 de Setembro de 2016, pelas 20h.

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Crónica Nº 17 – Um Poeta do Al-Andalus

* Alandalus,* Estudos e Comunicações — Myriam de Carvalho @ 12:04 am

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Regressando à temática do Al-Andalus (ou Alandalus) com um Poeta que muito aprecio, eis a Crónica Nº 17 no  Jornal O AUTARCA, da cidade da Beira, em Moçambique:

O Autarca – Jornal Independente, Quarta-feira – 24/06/15, Edição nº 2907 – Página 4/4

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UM POETA DO AL-ANDALUS [crónica 17]

[Os territórios que hoje integram Portugal e Espanha, nos tempos recuados da Idade Média eram habitados por populações que, embora de diferentes origens geográficas, e portanto diferentes tradições culturais e linguísticas, tinham em comum um vínculo a um mesmo antepassado que, remotamente, estava na origem das três religiões aqui professadas – o Cristianismo, o Judaísmo, e o Islamismo: ABRAÃO. Durante 8 (oito) séculos, a presença muçulmana foi de grande importância cultural, tendo conhecido o seu auge cultural e político entre os séculos VIII e XII.]

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Tal como os Árabes, a comunidade judaica desempenhou um papel de relevo na vida cultural da área geográfica ocupada pelo al-Andalus. Embora falassem a Língua Árabe, os Judeus dessa época tanto escreviam em Língua Árabe como em Língua Hebraica.
MOSHE IBN EZRA nasceu em Granada, cerca de 1055, e terá morrido depois de 1138. Perturbações que aconteceram na sua vida, de que não conhecemos os pormenores, fez refugiar-se nas zonas de domínio cristão, tendo-se tornado um viajante sempre saudoso doseu Al-Andalus.
O nosso apreço por este Poeta deve-se a dois factores: um, a qualidade da sua Poesia; outro, o facto de que, nesses tempos recuados, ele acreditava que todos os povos são iguais. Moshe Ibn Ezra escreveu
poesia religiosa e profana, e dois importantes tratados em prosa.
O poema que vamos transcrever, trata de forma muito pessoal um tema muito caro à poesia Árabe
do Al-Andalus – a celebração da beleza das flores e dos jardins. Não se trata, porém, de um ‘erótico’ jardim
de delícias, mas de uma metáfora onde o refrigério da alma se encontra num outro jardim – o da própria
Poesia.
Talvez tenha até um tom irónico, pois ao dirigir- se aos “homens que amargamente choram”, o Poeta convida-se a si próprio, refugiar-se na sua riqueza interior, na sua sabedoria – a sua Poesia, e os seus poemas. (©Myriam Jubilot de Carvalho)

O JARDIM (poema transposto do inglês):

/ Ó homens que estão tristes nos vossos corações, e amargamente
choram: / Não se aflijam, nem se lamentem. / Entrem no jardim dos meus poemas e descubram /o bálsamo para as vossas feridas, e alívio na canção. /Ao lado do seu sabor, o mel parece amargo, / junto ao seu aroma, a mirra tem o pior odor. / Com eles, o surdo já ouve, e ao gago as palavras ocorrem facilmente; / o cego vê, e o coxo corre com toda a rapidez. / Ó homens que sofrem e desesperam – e todos os que choram / e no coração só têm amargura, regozijem-se com eles. /

Referências:

dream

 

COLE, Peter (2007, 125). THE DREAM OF THE POEM. USA: Princeton University Press.
http://press.princeton.edu/titles/8349.html
(Fonte da imagem: The West Ville Synagogue. Beth Hamedrosh
Hagodol – B’Nai Israel: http://www.westvilleshul.org/dream_of_the_poem)

 

©Myriam Jubilot de Carvalho

 (Professora aposentada e investigadora no CLEPUL:

Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias

na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa)

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©Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 1º de Julho de 2015, por volta da 1h.

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Edgar Morin . Sejamos irmãos

* Alandalus,* Antologia — Myriam de Carvalho @ 10:07 am

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EdgarMorin.

“Amor, Poesia, Sabedoria” é uma publicação do Instituto Piaget que junta três comunicações de Edgar Morin.  A citação  abaixo é retirada da segunda – “A Fonte da Poesia”.

Edgar Morin nasceu em 1921, e é de origem peninsular. O seu pensamento caracteriza-se pela trans-disciplinaridade.

Selecciono esta passagem pela sua actualidade, pelo seu apelo à Paz e à preservação do Planeta.
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“Creio que hoje seria necessário dizermos: sejamos irmãos porque estamos perdidos, perdidos num pequeno planeta dos arredores de um sol suburbano de uma galáxia periférica de um mundo privado de centro. Estamos aí, mas temos as plantas, os pássaros, as flores, temos a diversidade da vida, temos as possibilidades do espírito humano. Está aí, doravante, o nosso único fundamento e o nosso único recurso possível.”
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Edgar Morin
“Amor, Poesia, Sabedoria”, pág 44;
Instituto Piaget,1999.

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Domingo, 17 de Maio de 2015, pelas 11h

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Poema da Mulher de Dunash ben Labrat

* Alandalus,* Antologia — Myriam de Carvalho @ 6:24 pm

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Hoje regresso ao meu tema favorito, com o poema conhecido como…

Poema da Mulher de Dunash ben Labrat

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post que dedico à MARINA TADEU

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Este poema encontra-se na antologia
The Dream of the Poem: Hebrew Poetry from Muslim and Christian Spain, 950-1492 (Lockert Library of Poetry in Translation)
by Peter Cole
Published: January 2, 2007″
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ESTE Dunash Ben Labrat, também conhecido como Rabbi Adonim Halevy (ha-Levi), foi um erudito e poeta judeu que viveu no séc X. Há quem diga que era peninsular, mas Peter Cole diz que ele nasceu em Fez. Importante, de facto, é que ele adoptou a métrica da Poesia Árabe à Poesia Hebraica.
Por razões obscuras, ele teve que fugir do Al-Andalus, e procurar refúgio noutras paragens. Deixando para trás a jovem esposa e um filho pequeno.

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O PORMENOR INTERESSANTE, é ser este o único poema conhecido, da autoria de uma poetisa, judia, da Idade Média peninsular – e que é exactamente “a Mulher de Dunash ben Labrat” – pois nem o seu nome sobreviveu. Figura na pág 27 da referida antologia.

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E COMO adoro traduzir, deixo-lhe também a tradução. A Marina se quiser, dê alguma sugestão que lhe pareça bem!
O poema soa pungente, num grande equilíbrio emocional, mas nem por isso menos acusatório.
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Will her love remember his graceful doe,
her only son in her arms as he parted?
On her left hand he placed a ring from his right,
on his wrist she placed his bracelet.
As a keepsake she took his mantle from him,
and he in turn took hers from her.
Would he settle, now, in the land of Spain,
if the prince give him half his kingdom?
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Será o seu amor capaz de recordar
a sua gentil corça
O seu único filho nos seus braços
agora que está de abalada?

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Na mão esquerda ele colocou
o anel dela, da sua mão direita
No pulso ela pôs o
bracelete dele.
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Como lembrança, como um talismã,
ela ficou com o seu xaile,
E ele, em troca,
abrigou-se nos dela.
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Será que ele agora vai ter sossego,
lá nas terras de Hispânia
Se o príncipe cristão lhe der
metade do seu reino?

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A IMAGEM:

Mostra o manuscrito, que foi encontrado no mundo perdido de um imenso depósito (geniza) de documentos que nunca tinham sido destruídos, por conterem o nome divino. Esse depósito pertencia à Sinagoga de Ben Ezra na zona antiga da cidade do Cairo.

Consultar:

The Cairo Geniza

http://www.newenglishreview.org/blog_direct_link.cfm/blog_id/34011/The-Cairo-Geniza

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   © Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 20 de Abril de 2015, pelas 19h 30m

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Encontros

* Alandalus,* Contos — Myriam de Carvalho @ 3:24 pm

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Encontros

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Anos 80, já para o fim da década.

Avião Bruxelas – Oslo.

Senta-se ao meu lado uma velhinha, magrinha, cabelo cinza já ralo, ondulado.

Vê que estou a ler o magazine littéraire, e comenta comigo que falo francês. Digo-lhe que é a minha segunda língua.

Pergunta-me porquê o magazine littéraire…

– Estudei literatura – respondo.

Pergunta-me se sou professora.

Que sim, que sou professora de crianças entre os 10 e os 12, ou 13, mais ou menos.

– Então – diz ela, sorrindo para mim – essa literatura tão avançada não lhe faz falta, profissionalmente.

– Pois não – tenho que concordar. – Mas não me interesso só pelas minhas aulas, tenho mais interesses na vida – Ela sorri – Interesso-me por literatura em geral…

–Você deve ser uma professora interessada – interrompe-me ela, com um olhar perspicaz.

E começa um longo diálogo! Tínhamos muitas coisas em comum! O modo de encarar a disciplina, o prazer em trabalhar com crianças…

– Você não encontra muitas professoras iguais a si, pois não?

E foi a minha vez de sorrir… Pergunto-lhe por que faz tal dedução…

– Experiência, ma petite – diz-me ela.

Ela também tinha sido professora. De língua materna, tal como eu.

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…mas não era belga; era polaca. Casada com um norueguês, de quem tinha três filhos. Viviam na Bélgica, onde o marido tinha negócios, mas ia agora para Oslo ter com todos eles. O marido estaria à espera dela, à chegada.

…polaca. Foi apanhada pela Guerra. Teria aí uns 17 anos quando a guerra acabou… Era muito nova…

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Falou-me do campo (de concentração). Viu o meu trejeito de horror, e levantou a manga do braço esquerdo. Mostrou-me o número – não estava a inventar histórias.

Mostrou-me o BI especial para as vítimas do Nazismo, com cartão que permitia viajar graciosamente. O marido estaria à espera dela no aeroporto, em Oslo – repetiu.

Fiz-lhe a pergunta mais óbvia que se pode fazer, provavelmente a mais estúpida também: Perguntei-lhe como se resiste a uma barbaridade daquelas…

Encolheu os ombros:

– As raparigas comunistas eram excepcionais. As lituanas. Eram estóicas, disciplinadas. Não criavam confusões. – E continuou – Fui apanhada naquela engrenagem infernal, já bastante no fim da guerra. Senão, decerto que neste momento não estaria aqui, agora, a falar consigo…

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Queria que eu fosse jantar nessa noite a casa dela. Mas isso ser-me-ia impossível, tinha os meus compromissos e estava um casal amigo igualmente à minha espera. E eu ia apenas por dois dias, uma conferência já não me lembro sobre o quê…

Trocámos endereços. Ficámos a corresponder-nos durante algum tempo, alguns anos. Até que uma última carta não mais obteve resposta…

Chamava-se Débora – aliás, um nome de remota ascendência peninsular.

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© Myriam Jubilot de Carvalho

27 de Janeiro de 2015,

dia em que se recorda a libertação dos prisioneiros dos nazis

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Foto:

Nazi war criminals tried the defence that they were ‘following orders’.

Pictured are concentration camp prisoners as US troops liberate the Nazi concentration camp in Dachau,

Germany, 30 April 1945

Read more:

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2236916/Not-just-following-orders–

Nazi-prison-camp-bosses-took-pride-doing-new-study-claimed.html#ixzz3Q88g7LCi

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 28 de Janeiro de 2015, pelas 15h 25m

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O Homem e o Mar . Crónica Nº 9

* Alandalus,* Estudos e Comunicações — Myriam de Carvalho @ 9:42 pm

Crónica Nº9, no Jornal O Autarca, Nº 2844, 19/11/14

Cidade da Beira, Moçambique

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 20 de Novembro de 2014, pelas 21h 40m

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Bring back our girls . Crónica Nº 8

* Alandalus,* Estudos e Comunicações — Myriam de Carvalho @ 9:34 pm

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Jornal O Autarca – Nº 2840, de 12/11/14

Cidade da Beira, Moçambique.

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 20 de Novembro de 2014, pelas 21h 30 m

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As Mulheres e a Educação – Crónica Nº 7

* Alandalus,* Estudos e Comunicações — Myriam de Carvalho @ 11:43 am

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Por duas vezes, a crónica sobre a Poesia de Língua Hebraica, no Al-Andalus, foi adiada. Mas não por ser de menor interesse. As razões para esse adiamento foram de peso: a atribuição do Prémio Nobel da Paz 2014, e estas considerações ao direito das mulheres à Educação, a propósito da desproporção entre os números conhecidos de poetas e de poetisas.

As antologias de Poesia do Al-Andalus que conheço, ou se debruçam sobre a poesia de Língua Árabe, ou sobre a de Língua Hebraica. O que compreendo pois quem é especialista numa dessas Línguas, provavelmente não o será na outra.

Mas nós, como estudiosa apaixonada da Cultura dessa época, procuramos informação sobre ambas.

Já se falou nestas crónicas sobre a grande inovação das Moaxa’has, mas há ainda imenso para dizer! Nem sequer tenho a pretensão de esgotar um tema tão rico. O meu objectivo é ir despertando o interesse doutros estudiosos para este tema.

Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 31 de Outubro de 2014, pelas 11h 45m

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