Lançamento do Nº 2 da revista de Poesia, Cintilações

* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 11:08 am

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Revista Cintilações – Nº 2

O lançamento deste número da revista Cintilações será já no próximo Sábado,

pelas 16h, na Livraria Leituria

R. Dona Estefânia, 123,A

– em Lisboa –

Retiro esta informação do FB, da página de Victor Oliveira Mateus:

“INFORMAÇÃO:
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Poderão encontrar à venda (ou encomendar) os exemplares da Revista Cintilações, bem como os outros livros com chancela da Labirinto, nos seguintes locais:
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Leituria, Rua Dona Estefânia, 123 A, 1000-150 Lisboa.
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Livraria Poetria, Rua das Oliveira, 72 Loja 12, 4050-448 Porto.
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Livraria Miguel de Carvalho, Adro de Baixo, 6, 3000-420 Coimbra.
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Livraria Centésima Página, Avª Central, 118-120, 4710-229 Braga.
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Têm ainda à vossa disposição os seguintes emails, para envios sem pagamento de portes:
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revistacintilacoes@gmail.com
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editoralabirinto@gmail.com

Nota: o Site “Revista Cintilações” e a Página do Facebook com o mesmo nome passará a indicar atividades ligadas a estes projetos, bem como a iniciativas pessoais dos 16 membros do Conselho Editorial da Revista” (…)

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< “Cintilações – Revista de Poesia e Ensaio”, da iniciativa da editora Labirinto e do Núcleo de Artes e Letras de Fafe, teve o seu primeiro número (correspondente a Setembro) lançado na tarde de 1 de Outubro, na Livraria Pó dos Livros, em Lisboa.Coordenada pelo poeta e ensaísta Victor O. Mateus, (…)
A publicação sucede às três edições da colectânea de poesia “Cintilações da Sombra” (2013-2015), também apoiadas pelo Núcleo de Artes e Letras de Fafe.
Um novo rumo, que inclui o ensaio e a colaboração de poetas de língua portuguesa e latino-americana.>
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Publicado por
Myriam Jubilot de Carvalho, 
Dia 6 de Fevereiro de 2018, pelas 11h
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O Livro das Actas – chegou às livrarias

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Já nas bancas,

em Almada!

Cartaz de Kraveirinya Mphumo.

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Em 11 de Fevereiro de 2017, pelas 13h 30m

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Evolução no acesso da Mulher aos centros de decisão

* Antologia,* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 1:33 pm

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Do jornal O Autarca, da cidade da Beira, em Moçambique,

transcrevemos, com a devida vénia:

MOÇAMBIQUE entre 10 países africanos com políticas mais favoráveis às mulheres
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Praia – Moçambique figura na lista da plataforma online Venture África entre 10 países africanos cujas políticas são mais favoráveis às mulheres e que melhor incentivam a igualdade entre o homem e a mulher.

De acordo com a referida lista, Moçambique ocupa a 5ª posição, sendo o primeiro lugar ocupado pelo Rwanda, seguido pela África de Sul, pela Namíbia, pelo Burundi.

Cabo Verde é o segundo país lusófono melhor posicionado, ocupando o non lugar.

A Venture África aborda também a evolução das mulheres nos últimos anos, nomeadamente aquelas promovidas a cargos anteriormente inatingíveis, como chefe de Governo, presidentes do Banco Central, procurador geral, entre outros.

O site recorda que, durante décadas, as mulheres africanas eram consideradas como inferiores aos homens e não estavam autorizadas a tomar decisões nas suas famílias e muito menos na sociedade em geral. A plataforma destaca que recentemente as mulheres começaram a defender os seus direitos em suas co-munidades, a lutar para a paridade de género e continuam a fazer progressos significativos no cenário político, devi-do à sua capacidade de resistência e tenacidade.? (R/ Africa21)

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O Autarca – Jornal electrónico Independente editado na cidade da Beira

Ano XVII – Nº 3037 – Quarta-feira, 09 de Março de 2016

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Imagem:

Mapa de África, retirado da página

http://brasilescola.uol.com.br/geografia/africa-continente.htm

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Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 9 de Março de 2016

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João Craveirinha na imprensa da cidade da Beira – Moçambique

* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 5:37 pm

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O doutoramento do meu Amigo João José Craveirinha Jr – repercitiu-se na cidade da Beira e em todo Moçambique.

Recordo que João Craveirinha é um multi-facetado artista e investigador moçambicano, pintor, poeta, dramaturgo, jornalista-politólogo, autor de romance-crónica, e de contos para crianças. Mas este talento notável não se fica por aqui. É igualmente investigador em História e Sociologia.

Defendeu a sua tese de doutoramento no passado dia 10 deste mês, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Apesar do apreço que lhe demonstraram três dos membros do júri e igualmente a sua própria orientadora, a sua tese, um documento com mais de 500 páginas, com conceitos inovadores, sofreu tentativa de depreciação por parte do primeiro arguente. Coisas da mesquinha lusa-atenas.

Enquanto esperávamos pela avaliação do júri, os inúmeros amigos que ali estávamos não podíamos calar o comentário de que mais uma vez tínhamos presenciado uma manifestação de racismo e de espírito inquisitorial.

Finalmente, no termo de uma hora que pareceu demasiado longa, saiu a esperada aprovação, com Distinção.

Aqui registo os meus sinceros parabéns ao João, a sua esposa, e aos seus filhos! Com os maiores votos de felicidades e que uma nova página se desenrole em seguida, com novas oportunidades de nos brindar com o brilho do seu valor intelectual e humano.

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João Craveirinha é descendente de um colono português em Moçambique, pelo lado paterno.

Pelo lado materno, é descendente da realeza Ronga.

Pelo coração, todo o seu Amor está no seu País natal, Moçambique.

A família Craveirinha desenvolveu papel proeminente no processo que levou à Independência de Moçambique.

Colaborador dedicado do jornal da Beira, O AUTARCA, as suas crónicas são devidamente apreciadas em todo o mundo dito lusófono.

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João Craveirinha na imprensa da cidade da Beira . Moçambique

Jornal O AUTARCA

Nº 2989 –Terça-feira, 17 de Novembro de 2015

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Actualizado no dia 20 de Novembro, pelas 22h 30m

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Rotina e conservadorismo na Faculdade de Letras de Lisboa

* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 3:44 am

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DIA 10 de NOVEMBRO de 2015

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DOUTORAMENTO DE JOÃO CRAVEIRINHA, na Faculdade de Letras de Lisboa.

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A Sala de Actos está cheia de pessoas amigas, tanto portugueses e moçambicanos, como angolanos, sãotomenses, guineenses, goeses, caboverdianos, brasileiros, e em peso, funcionários seniores da Embaixada de Moçambique em Lisboa.

Mas demoro a trazer aqui o meu testemunho de apreço pelo candidato, pois seria injusto calar a denúncia de como decorreram alguns aspectos da sessão.
Lamento que dois dos membros do júri não tenham reconhecido o valor do trabalho de investigação revelado pelo candidato. Aliás, é costume o primeiro arguente começar a sua intervenção por um louvor à tese analisada – o que não aconteceu. O primeiro arguente entrou a matar, e em nome de algo como “o espírito académico”, excedeu o seu tempo com críticas despropositadas, chegando ao exagero de afirmar que o candidato não fazia “as pontuações” correctas.

Referiu o poeta José Craveirinha, que não vinha ali a propósito nem era a sua obra que estava naquele momento a ser avaliada.

Os conceitos novos apresentados na tese foram referidos como inúteis, as ilustrações foram consideradas demasiadas, a homenagem aos Pais como inapropriada, os esquemas (da autoria do candidato) como desnecessários. Como nota em aparte, refiro que a família do candidato não era uma família qualquer, pois pelo lado materno, o candidato é descendente da realeza Ronga, e em última análise, no seu conjunto, foi uma famíiia que se encontrava no cerne dos ventos de mudança que se viviam nas últimas décadas de Moçambique colonial.

O próprio estilo, que demonstra aquela abertura de espírito que caracteriza o seu autor, pois a tese está escrita num estilo de largo fôlego, e é indício da sua excelente capacidade de comunicação, foi confundido com “falta de espírito académico”, e subestimado como sendo um “estilo jornalístico e de crónica”, e o auto-conhecimento do carácter inovador da investigação desenvolvida foi confundido com “imodéstia”.
O primeiro arguente chegou a levantar a voz, para, segundo me pareceu, pois o meu espanto petrificou-me, para dizer que o candidato advogava o uso de termos e conceitos como “raça”, e invocou que este confundia pós-colonialismo e independência – argumentos inesperados se pensarmos que o autor da tese foi lutador pela independência do seu amado país natal.
Limitei-me aos pontos mais relevantes desta argumentação no mínimo
infeliz.
No final, a presidente do júri insurgiu-se contra a ilustração ao vivo de matéria constante da tese, considerando agastada que se tratava de “jornalismo”, que não tinha sentido académico!
À saída, enquanto angustiados esperávamos pela avaliação do júri, muitas pessoas estavam indignadas e falou-se de “racismo” e do espanto que é, “ainda nos dias de hoje, esta permanência do espírito inquisitorial na mentalidade portuguesa”. Um Amigo comum afirmava “Isto é mais que racismo; isto é a raiva ao nome da (esta) Família”.
Quanto a mim, além disso, o que esteve em causa, foi o desajuste que se verifica tantas vezes, entre a “inteligência racional”, fria e sem alma, e os tipos de “inteligência artística” e “inteligência emocional”. O que ontem esteve em evidência, foram o choque e o desajuste entre estes pólos, que na vida prática tantas vezes se revelam antagónicos. Segundo estes dois professores, o “espírito académico” deverá ficar eternamente espartilhado no estilo seco – mortiço, enfadonho e desinteressante – dos calhamaços de antanho.
No final, tudo se saldou por uma “aprovação com distinção, por unanimidade” – uma unanimidade que levou cerca de uma hora a conseguir…
Deixo aqui a minha homenagem aos outros membros do júri, e à excelentíssima Professora Orientadora, que reconheceram o valor do candidato!

Enfim, não poderei deixar de acrescentar mais este detalhe:
Professores mais familiarizados com a matéria da tese, vindos do estrangeiro (Suíça, Moçambique ou Brasil) não puderam ser convidados como arguentes, porque a miséria dos orçamentos oficiais não permite tais intercâmbios… Como nota adicional, refiro ainda que estes Actos requerem uma sala condigna, não um vão-de-escada que só recebe luz por uma clara-boia, e com as condições exigíveis à correcta projecção dos “power point”;  e que a falta de uma sala de espera onde os convidados dos doutorandos possam aguardar condignamente os resultados das avaliações obriga estes a encostarem-se às paredes ou a sentarem-se nas escadas…

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Finalmente, ao doutorando, pela sua excelente tese, os meus parabéns, com os mais vivos votos de que com ela se encete uma nova etapa na vida do seu autor! João Craveirinha, o meu apreço, e o meu abraço!

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© Myriam Jubilot de Carvalho

11 de Novembro de 2015

Post também publicado na minha página do FB

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Noite de 11 para 12 de Novembro de 2015, pelas 3h 45m

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Colectânea de poetas do Algarve

* Notícias e Entrevistas,* Poesia — Myriam de Carvalho @ 12:36 pm

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Vai sair em Outubro, esta colectânea de poetas do Algarve, onde estarei representada.

São  5 poemas, o mais intemporais e ecuménicos possível, tentando uma lata síntese  das nossas raízes culturais. Assim,

um rubai, ao gosto de Omar Khayyam,

um soneto, ao gosto do Renascimento europeu,

um poema “informal”, ao gosto contemporâneo,

uma moaxa’ha, ao gosto arábico-andalus,

e um gazal, ao gosto persa.

O conjunto será valorizado pela ilustração do artista moçambicano Kraveirinya MpHumo.

Deixo abaixo, a transcrição do post da Confraria dos Poetas Algarvios, no FaceBook.

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POETAS ALGARVIOS
CASA DO ALGARVE – LISBOA
TerraLuz. Colectânea de Poesia de Poetas Algarvios, editada pela Casa do Algarve e o Centro de Arte e Cultura Teixeira Gomes, é realidade. Reúne mais de cinquenta actuais poetas nascidos ou que vivam ou tenham vivido no Algarve, desde os mais consagrados aos menos mediáticos, e representa as mais diversas sensibilidades, abrangendo um largo espectro de culturas. Com coordenação de Rogélio Mena Gomes, e capa de Hélio Xavier, conta, ainda, com um interessante texto de apresentação da Dr.ª Maria Isabel Soares e a excelente ilustração de alguns dos seus poemas.
A apresentação pública do livro está prevista para o dia 19 de Outubro, em sessão a realizar-se no Clube Farense, em Faro, e em 1 de Novembro na Academia Recreativa de Santo Amaro, em Lisboa.
O livro poderá ser adquirido. ao preço de 10 euros cada exemplar, na nossa Sede, Av. de Ceuta Norte, Lote 14 Loja 2, em Lisboa, ou através do telefone 213423240 ou pelo mail casaalgarvelisboa@sapo.pt. 
Um livro indispensável na sua biblioteca. Uma agradável prenda para oferecer no Natal
POETAS ALGARVIOS

CASA DO ALGARVE – LISBOA

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Domingo, dia 14 de Setembro de 2014, pelas 13h 45m

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Los vallisoletanos Proyecto Arte

* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 9:29 pm

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Como se pode ver na notícia, fui convidada a também figurar neste projecto. E devo o convite à minha querida Amiga, a escultora Noémia Cruz. Depois disto, tem-se proporcionado uma bonita amizade com Concha Gay e Javier Redondo.

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Los vallisoletanos PROYECTO ARTE presentará en A Coruña su proyecto

‘Ediciones, una mirada desde la palabra’

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VALLADOLID, 1 Sep. (EUROPA PRESS) –

La iniciativa Proyecto Arte, promovida por los vallisoletanos Concha Gay y Javier Redondo, se presenta del 7 de septiembre al 15 de octubre en la Fundación Museo de Artes del Grabado a la Estampa Digital de Artes (A Coruña).

Según informaron a Europa Press fuentes del proyecto, la exposición es un recorrido por todas y cada una de las ediciones que proyecto arte ha editado desde sus comienzos hasta la actualidad, “abiertas a la colaboración con artistas en el campo de la gráfica y a la participación de poetas y escritores que aportan poemas o relatos cortos”.

En la muestra se podrán ver 19 publicaciones con alrededor de 60 obras que abarcan una multitud de técnicas dentro de lo que se denomina actualmente obra gráfica: Aguafuerte y aguatintas, manera negra, monotipo, linóleo, serigrafía, fotograbado, imagen digital y fotografía.

De este modo, las ediciones se convierten en carpetas-libro que hacen convivir las obras gráficas con los textos. “Los libros de artista se configuran como objetos en sí, y en ellos la visualidad y las imágenes añaden a las palabras otra dimensión y propician alternativas a la lectura convencional”, destacan antes de ensalzar su “amor” por el libro, que les lleva a crearlos “para tocarlos y acariciarlos, recorrerlos y sentirlos”.

Son esos libros los que hablan de su preocupación por los recorridos visuales, los viajes imaginarios, la poesía visual, los sueños, el conocimiento y la sabiduría en lo que, en el caso de la exposición, es “un itinerario dedicado al libro como soporte y vehículo de expresión plástica y como forma de materializar el arte contemporáneo en formato de libro”.

“La relación del grabado y la obra gráfica con la poesía, la literatura y los libros viene desde antiguo, en sentido de ilustración, como conexión y como juego visual”, han explicado las mismas fuentes antes de recordar que en la nómina de artistas gráficos reunidos en las ediciones figuran Armando Arenillas, Pedro Monje, Belén González, Carlos Aragón, Diego Canogar, Manuel Ezía, Marisa Alvarez, Pilar Marco Tello, Sergio Gay, Eduardo Alonso, Noemia Cruz, Concha Gay o Javier Redondo.

A ellos se han unido los autores Manuel Francisco Rodríguez, Ana Carrascosa, Eduardo Fraile, Encarnación Pisonero, María Jesús Puente, Pilar Iglesias, Antonio Ortega, Fernando del Val, Belín Castro, Clemente de Pablos, Myriam de Carvalho, Tomás Paredes, Francisco Javier de la Plaza Santiago o José Manuel de la Huerga.

Proyecto Arte es un proyecto editorial vallisoletano de obra gráfica generado por los artistas Concha Gay y Javier Redondo que inició su andadura en 2004 con la edición de gráfica y libros de artista en colaboración con poetas y escritores en distintas colecciones y formatos.

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Leer más:  Los vallisoletanos Proyecto Arte presentará en A Coruña su proyecto ‘Ediciones, una mirada desde la palabra’  http://www.europapress.es/castilla-y-leon/noticia-vallisoletanos-proyecto-arte-presentara-coruna-proyecto-ediciones-mirada-palabra-20130901120012.html#AqZ1ZkGaJEWAgiBF

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Retirado de europapress.es CASTILLA Y LEON

http://www.europapress.es/castilla-y-leon/noticia-vallisoletanos-proyecto-arte-presentara-coruna-proyecto-ediciones-mirada-palabra-20130901120012.htm

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Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 4 de Setembro de 2013, pelas 22h 28m

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Rio dos Bons Sinais – Vai sair em breve

* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 1:16 pm

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Mais uma antologia lusófona.

Iniciativa do poeta moçambicanos residente em Portugal, Delmar Maia Gonçalves.

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Delmar Maia Gonçalves, nome a reter, não só pela sua Poesia, como pela sua dinãmica na divulgação da Literatura e Cultura Moçambicanas, numa perspectiva muiticultural, sem preconceitos, sem lugares-comuns, sem ressentimentos históricos.

Aliás, o título escolhido para esta colectânea é bem sintomático das intenções do seu dinamizador – “Rio dos Bons Sinais”, metáfora para a Vida (o Rio) -,  sob os bons augúrios de novos tempos como consequência das novas mentalidades que vão surgindo – de entendimento e colaboração, de igual para igual!

E gosto igualmente dos tons da capa, em vermelho e cor de fogo, símbolos do Amor e da Energia Vital.

No grupo dos Escritores Moçambicanos na Diáspora tenho encontrado novos e queridos Amigos!

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Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 1º de Junho de 2013, pelas 14h 20m

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MOAXAHAS A LISBOA – Finalmente, o lançamento! Dia 18, pelas 20h 30m

* Alandalus,* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 12:35 pm

 

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Unknown.

AMIGOS!

Finalmente, publicado pelo Departamento de Acção Cultural da Câmara Municipal de Lisboa,
vai ser o lançamento do livrinho das MOAXAHAS dedicadas a Lisboa
Integrado nas celebrações do DIA DOS MUSEUS – 18 de Maio –
no CASTELO DE SÃO JORGE
Lançamento do livrinho MOAXAHAS A LISBOA, às 20h30, na SALA OGIVAL
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Várias actividades:
Também na SALA Ogival – Danças Medievais e Renascentistas
No Jardim Romântico – demonstração de Cavaleiros, Escudeiros, Besteiros, Armas, e Falcoaria
Visitas ao Sítio Arqueológico
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E por fim, o CORTEJO DA MEIA-NOITE!
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Lembro que a partir das 20h, é entrada livre
Mas para o lançamento do livro, tem que se tirar bilhete à entrada – é grátis mas tem que ter bilhete (bilhete grátis)
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Não faltem! Vai ser uma noite memorável!
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   moaxahas 2 (Large)
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Last but not least:
Foi por sugestão minha que a Câmara de Lisboa está a realizar esta iniciativa, pelo que estou muito grata e satisfeita.
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E por fim, realço que todo o trabalho artístico e organizativo é do designer Ernesto Matos!
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Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho
Dia 14 de Maio de 2013, pelas 13h 40m
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Alandalus – Poemas a Lisboa – 11

* Alandalus,* Notícias e Entrevistas — Myriam de Carvalho @ 1:14 pm

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    –    Informação última hora –

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– o LIVRINHO de MOAXAHAS dedicadas a LISBOA está quase pronto!

-MAS – AINDA se aceitam poemas – até ao dia 31 deste mês de Janeiro!

– o que é uma MOAXAHA?

– vária INFORMAÇÂO AQUI no blogue, nesta categoria de ALANDALUS!

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  – Assim como  Aristas do séc XX se inspiraram na Arte de tempos tão recuados como a Pré-História, recuperando formas de Vénus, ou da arte das Cíclades, por exemplo, assim estou a fazer ao inspirar-me na Poesia do Alandalus!

A MOAXAHA é uma forma que surgiu aqui, na Península Ibérica, por voltas do séc IX para X. É um poema único, misto de culto e popular, erudito e vernáculo, árabe ou hebraico e moçárabe/cristão.

Ao inspirar-me nesta forma, faço ainda a minha homenagem a Poetas ou Poemas de que gosto!

Mas não apenas isso:

A JARCHA, a estrofe da Poesia moçárabe, é um testemunho vivo das raízes de uma cultura antiquíssima, que não morreu, e que vai sobressair mais tarde, nas Cantigas de Amigo.

Ao introduzir essa  Jarcha, ou FINDA, essa estrofe da Poesia tradicional e popular, o criador da MOAXAHA, fosse ele quem fosse, conscientemente ou não, estava a falar do AMOR às suas raízes!

Agora, que o nosso País está acometido por esta onda de servilismo por parte dos que se julgam grandes e com direitos a dispor das nossas vidas a seu bel-prazer e em proveito próprio, eu encontro aqui, nesta minha actividade poética, uma forma de erguer a minha voz contra a prepotência e a ignorância, da única maneira que sei e que encontro ao meu alcance – afirmo o meu apego às minhas RAÍZES!

Ficaria muito feliz se esta minha intenção alguma vez se visse reconhecida e pudesse ter eco noutras vozes, noutras formas de expressão! Lembro-me de um romance que li nos meus tempos de Faculdade – “O Navio Dentro Da Cidade” – As minhas MOAXAHAS são o meu navio dentro da cidade!

Myriam Jubilot de Carvalho

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Imagens:

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Livro mencionado:

“O Navio Dentro Da Cidade”, de André Kedros

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Dia 8 de Janeiro de 2013

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