! FELIZ 2015 !

* Poesia — Myriam de Carvalho @ 11:47 pm

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Publicado por

Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 31 de Dezembro de 2014, pelas 23h 50m

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Terra Luz – um conjunto… ecuménico? Mestiço.

* Poesia — Myriam de Carvalho @ 1:48 pm

Deixo aqui mais um dos poemas do conjunto com que participei na antologia de poetas do Algarve, publicada pela Casa do Algarve em Lisboa, 2014.

Foi um conjunto de cinco poemas. No último post deixei o rubai (1), que nada mais será que uma quadra segundo um certo esquema que remonta ao jeito persa; e agora fica este soneto, ao jeito do Renascimento. Os outros três poemas são uma moaxaha – ao jeito do Allandalus, um gazal – ao jeito persa, e um poema ao jeito contemporâneo, sem pretensões a qualquer influência ou estilo ou época, a não ser a nossa.

Ou seja, um conjunto culturalmente ecuménico (!). Sendo que, devido à origem do adjectivo ecuménico ser o Grego oikoymenikos, esta palavra, conforme pode ser comprovado no dicionário Priberam (2), significa – 1. Relativo ao universo, a toda a terra habitada; 2. Universal… Uma forma rebuscada de se dizer uma coisa muito simples: Um conjunto mestiço, uma vez que estou convicta que a mestiçagem, tal como aprimorou animais e plantas, nomeadamente as plantas comestíveis, tem feito a riqueza da Humanidade!

No caso particular destes meus poemas, uma mestiçagem de heranças culturais de diferentes épocas e quadrantes geográficos. O que no conjunto, quer dizer – Somos todos parte da mesma Frátria (3), e a nossa Mãe, ou Mátria, é este maravilhoso Planeta.

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As minhas palavras

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Tenho uma alma só feita de palavras

Fina e translúcida como um mar de gelo

Autêntica bancada de livros de alfarrábio

Marcados pelo tempo como um selo

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Foi ontem que fiz anos – ou foi amanhã?

Foi ontem que nasci – ou foi agora?

Tenho mil rostos como bagas a romã

Tenho mil fôlegos como voltas dá a nora

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As minhas palavras não enganam

Não são canas que com o vento abanam

Nem são marcadas por miragens de narciso

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As minhas palavras nascem limpas

Como um cenário onde pus todas as tintas

Ou como um geyser que rebenta sem aviso

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(1) A ruba’i is a two-line stanza with two parts (or hemistichs) per line, hence the word rubáiyát (derived from the Arabic language root for “four”), meaning “quatrains“.

Retirado de:

http://en.wikipedia.org/wiki/Rubaiyat_of_Omar_Khayyam

(2) Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013,

http://www.priberam.pt/dlpo/ecum%C3%A9nico [consultado em 28-12-2014]

(3) Pátria / Mátria / Frátria – conceito de Natália Correia.

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 27 de Dezembro de 2014, pelas 13h 50m

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Feliz Natal

* Antologia,* Poesia — Myriam de Carvalho @ 3:02 pm

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Desejo a todos os/as Amigos/as que visitem esta minha página, um Feliz Natal, com este meu rubai (1) e uma citação de Rumi.

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Ecuménica

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 Ardente, o sol da tarde, sobre a areia quente

Arde, o mar, nas ondas do poente

–E os sonhos voam pelo horizonte

Canção de Amor, o coração dos crentes

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(1)

Publicado na antologia “Terra Luz”,

edição da Casa do Algarve em Lisboa, 2014

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Publicado por

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 23 de Dezembro de 2014, pelas 15 horas

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Enigmas do tempo

* Contos — Myriam de Carvalho @ 2:18 pm

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Enigmas do Tempo

é o título que Leila Andrade deu a estes meus dois contos que publicou na sua excelente revista literária, online, DIVERSOS AFINS:

Enigmas do tempo nos contos de Myriam Carvalho:

http://diversosafins.com.br/?p=9068

Home » 97ª Leva – 11/2014 » Dedos de Prosa II

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Saiu hoje, no página do FB, de Leila Andrade,

com ilustração da artista brasileira Cristina Arruda

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 9 de Dezembro de 2014, pelas 14h 18m

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Sizígia – colectânea de poemas de Poetas do Algarve

* Poesia — Myriam de Carvalho @ 10:37 pm

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Pela mão de meu Primo e Amigo, Pedro Jubilot Alves – Pedro Jubilot –, poeta e editor, saiu esta colectânea de poemas de Poetas do Algarve.

O primeiro detalhe que nos atrai,  ao olhar para o pequeno livrinho, é a excelente qualidade gráfica. Detalhe que sobressai de todos os seus trabalhos. O livrinho conta com algumas ilustrações, em fotografia, Arte de que Pedro Jubilot faz acompanhar os seus textos, seja com fotos de sua autoria, seja com fotos de seu primo Jorge Jubilot – sendo ambos excelentes fotógrafos.

O termo SIZÍGIA reporta-nos às marés vivas, provocadas pela conjunção da Lua e do Sol – na lua-nova e na lua-cheia.

E tanto os poemas como as fotografias atestam essa presença das marés-vivas!

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© Myriam jubilot de Carvalho

Dia 8 de Dezembro de 2014, pelas 22h 26m

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