FELIZ 2014

* Poesia — Myriam de Carvalho @ 4:03 pm

.

.

! FELIZ ANO NOVO !

paz – luz – amor – saúde – êxito – prosperidade

.

Que este 2014 entre com pé direito –

– bem disposto e cheio de genica –

 – e com grandes e renovadas promessas –

– e todas concretizadas com êxito  e a maior satisfação!!! –

São os meus votos para todos os Amigos/as!!!

.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 31 de Dezembro de 2013

.

.

As Três Velas – entre Marc Chagall e Rumi

* Estudos e Comunicações — Myriam de Carvalho @ 10:52 pm

.

.

 .

As Três Velas

In our life there is a single colour, as on an artist palette,

Which provides the meaning of life and art. It is the colour of life.

 Marc Chagall

 .Este quadro de Chagall sempre tem sido para nós motivo de reflexão. O par, as três velas, a árvore, os frutos da árvore que não são frutos mas talvez estrelas; vários anjos, um, a confundir-se com a cor da nuvem, voa; outro é violinista; um outro, o anjo branco, em queda… Sobrepondo-se a este último, um homem, também no ar, toca violino… Do canto superior esquerdo, um outro anjo, já indistintamente, sai de dentro da copa da árvore… A nuvem cor-de-sangue. Sob a nuvem, no lado inferior direito, duas figuras, talvez duas mulheres, atrás de uma vedação, de braço direito erguido, apontando para o par. À sua direita, quase na extremidade do quadro, uma outra figura, semelhante a um Arlequim, toca flauta… Do lado esquerdo, em franca desproporção, um elemento que me parece a caveira de um animal… No canto inferior esquerdo, um burro amalhado, deitado, pacífico, de costas para toda a cena, e dado essa posição, eu assumo-o como sendo o burrinho do presépio. Ao fundo, bastante sobre o horizonte, casinhas – pequeninas, desenhadas com traço infantil…

*

Comecemos pelo par. Jovens, abraçados. A posição do par é instável, nem estão deitados, nem estão de pé… Talvez porque pairam acima da nuvem… acima do mundo, acima da realidade… Abraçados, púdicos, talvez perplexos, contemplam as chamas das três velas… Sob a copa de uma árvore, talvez uma macieira, a árvore do Pecado, que aqui no quadro dá frutos que brilham como estrelas…

A rapariga, de vestido branco e fita branca a prender-lhe o cabelo, e o rapaz, de calças azuis e camisola vermelha…

*

Que foi que fizeram os jovens, para se mostrarem tão perplexos? Porque apontam para eles, sob a sua nuvem, as duas mulheres (ou será um outro par, um outro casal?), de braços erguidos no ar? De que acusam o par que paira acima do mundo?

*

O jovem par olha as três velas.

A primeira coisa que sempre nos ocorreu, foi o significado aprendido em criança, na catequese: as três velas simbolizam as virtudes teologias: fé, esperança e caridade, à luz da trindade divina… Só muitíssimo mais tarde realizámos que o Cristianismo não se esgota na formulação católica. Para os Adventistas do 7º Dia, por exemplo, a formulação das virtudes é sensivelmente diferente.

Mas Marc Chagall era judeu. Pergunto-me que significado teriam para ele as três velas…

A formulação das virtudes adentro do Judaismo é diferente daquela a que nos habituámos.

Aliás, preferimos todas as formulações que vamos conhecendo, às formulações aprendidas na educação católica recebida. Consultando o Catecismo expressamente motivada pela composição deste texto, vemos que permanece a formulação racional, artificial, da vida spiritual. Os grandes santos não eram assim! Teresa de Ávila, Francisco de Assis, João da Cruz, não os encaixamos nesta rigidez. Havia neles uma exuberância, uma vitalidade tal que não podia consentir-se o espartilho nas descrições deste catecismo ‘actualizado’ para o mundo moderno… Aquilo que conhecemos doutras formulações religiosas, Judaismo, Islamismo – abstraindo das considerações de género – é muito mais humano, muito mais preso às realidades da vida, às necessidades das pessoas comuns que todos nós somos!

*

Quanto a nós, este quadro representa o Amor, o Amor natural, tanto quando une um homem e uma mulher, como quando une a alma a D’us! Trata-se do mesmo Amor!

Rumi, o grande místico sufi, no remoto séc XIII, formulou aquele poema conhecido como As Três Velas:

.

Los seres humanos son ante la llama de una vela,
como alguna de estas tres mariposas.
La primera se acercó a la vela y dijo:
yo conozco el amor.
La segunda rozó con sus alas la llama y dijo:
sé lo mucho que quema la llama del amor.
La tercera cayó en medio de la llama
y fue consumida.
Sólo ella sabe realmente lo que es amor.

.

Este sim, será o verdadeiro entendimento do Amor! O Amor incondicional, o Amor que se dá sem pedir em troca porque sabe que é mútuo, que é recíproco! Não se distingue da confiança, não se distingue do crédito, não prescinde do respeito, não prescinde da liberdade, porque sabe que o que é bom para um, é bom para o outro!

É no Amor humano, quando é total, que se encontra a verdadeira cidade de D’us!

É por isso que o par de Chagall paira acima das nuvens, acima da mediocridade dos interesses da cidade, acima dos preconceitos, acima das considerações de interesses de qualquer espécie! É por isso que causam um tal escândalo que são apontados a dedo pelas pessoas mínimas, vestidas sem cor e sem luz. É por issso que o anjo branco cai, porque se vê destronado do prestígio imerecido onde o tinham acorrentado, porque fundamentado em falácias insustentáveis.

*

Será por isso que o par está à sombra da macieira, a árvore do Pecado, porque não há Pecado. Porque o único pecado é a mentira, o preconceito, a inveja, a prisão.

Será por isso que os frutos da macieira são estrelas luminosas, a iluminar a paisagem.

Será por isso que lá está o pacífico burro, animal tão paciente quanto inteligente, cujo sentido de orientação não o deixa perder-se na paisagem, estejam os campos ceifados ou prenhes de altas searas.

Será por isso que as cores que investem o par são as três cores que nos remetem para D’us – o branco, o azul, e o vermelho – Sabedoria, Poder e Amor.

E será por isso que o par desafia a Morte, presente no símbolo da caveira animal. O Amor não more! Passa de vida em vida, e quando aqui regressa, reencontra-se, reconhece-se.

.

Com a devida vénia, retirei:

A tradução do poema, da página Sabedoria Perennis, do Facebook,

 A imagem foi retirada do blogue:

http://jetaimejetaimeouijetaime.blogspot.pt/2012/04/

three-candles-marc-chagall-in-our-life.html

Link da imagem:

http://2.bp.blogspot.com/-5o3tsdZhu6E/

T5uN_zaemRI/AAAAAAAAAEc/XGYhjSd__qI/s640/Marc-Chagall-The-three-candles-83703.jpg

.

Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 29 de Dezembro de 2013, pelas 23h

Actualizado em 17 de Junho de 2015, pelas 12h 30m

.

.

A ARTE ao serviço da NATUREZA

* Notas Breves — Myriam de Carvalho @ 9:50 am

.

LUÍS FERREIRA, um grande fotógrafo empenhado na preservação da Natureza.

.

Do link abaixo, retiro um testemunho do seu empenhamento e trabalho:

http://www.luis-ferreira.com/About 

“O Luís apareceu, trabalhou e envolveu-se na comunidade do Corvo com enorme facilidade e depressa nos mostrou através das suas fotografias essa terra curiosa e única. ” (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves)

.

Lamento que  das  fotos que vejo na Net, nem uma ou duas estejam disponíveis para copiar e postar aqui, como exemplo da sua Arte.

Mas deixo aqui o link do seu site, para quem quiser admirar tanto as fotos como os vídeos das suas reportagens:

http://www.luis-ferreira.com

.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 29 de Dezembro de 2013, pelas 10h.

.

.

Azul

* Poesia — Myriam de Carvalho @ 11:41 am

.

.

.

Azul, o céu e o mar,

o meu horizonte favorito

E tu, meu Sol, sempre comigo

minha fonte de infinito

.

.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 25 de Dezembro, pelo meio-dia

.

.

A Alegria, expressão cultural

* Antologia,* Notas Breves — Myriam de Carvalho @ 12:22 pm

.

Um artigo de LEONARDO BOFF 

.

.

Com a devida vénia – e, aliás, com a maior admiração pelo seu Autor – transcrevo este artigo de LEONARDO BOFF .

É um artigo que encontrei no site

Instituto da Mulher Negra

http://www.geledes.org.br/.

Publicado em Quarta, 11 Dezembro 2013:

.

Por que no meio da dor os negros, dançam, cantam e riem   

Por: Leonardo Boff

teólogo, filósofo e escritor 

.

http://www.geledes.org.br/patrimonio-cultural/22357-por-que-no-meio-da-dor-os-negros-dancam-cantam-e-riem

 .

Milhares de pessoa em toda a África do Sul misturam choro com dança, festa com lamentos pela morte de Nelson Mandela. É a forma como realizam culturalmente o rito de passagem da vida deste lado para a vida do outro lado, onde estão os anciãos, os sábios e os guardiães do povo, de seus ritos e das normas éticas. Lá está agora Mandela de forma invisível mas plenamente presente acompanhando o povo que ele tanto ajudou a se libertar.

Momentos como estes nos fazem recordar de nossa mais alta ancestralidade humana. Todos temos nossas raízes na África, embora a grande maioria o desconheça ou não lhe dê importância. Mas é decisivo que nos reapropriemos de nossas origens, pois elas, de um modo ou de outro, na forma de informação, estão inscritas no nosso código genético e espiritual.

Refiro-me aqui a tópicos de um texto que há tempos escrevi sob o título Somos todos africanos, atualizado face à situação atual mudada. De saída, importa denunciar a tragédia africana: é o continente mais esquecido e vandalizado das políticas mundiais. Somente suas terras contam. São compradas pelos grandes conglomerados mundiais e pela China para organizar imensas plantações de grãos que devem garantir a alimentação, não da Africa mas de seus países, ou negociadas no mercado especulativo. As famosas land grabbing possuem, juntas, a extensão de uma França inteira. Hoje, a África é uma espécie de espelho retrovisor de como nós humanos pudemos no passado, e podemos hoje ainda, ser desumanos e terríveis. A atual neocolonização é mais perversa que a dos séculos passados.

Sem olvidar esta tragédia, concentremo-nos na herança africana que se esconde em nós. Hoje é consenso entre os paleontólogos e antropólogos que a aventura da hominização se iniciou na África, cerca de 7 milhões de anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis, erectus, neanderthalense até chegar ao homo sapiens, cerca de 90 mil anos atrás. Depois de ficar 4,4 milhões de anos em solo africano, este se propagou para a Ásia, há 60 mil anos; para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas há 30 mil anos. Quer dizer, grande parte da vida humana foi vivida na África, hoje esquecida e desprezada.

A África, além de ser o lugar geográfico de nossas origens, comparece como o arquétipo primal: o conjunto das marcas, impressas na alma de todo ser humano. Foi na África que este elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os primeiros pensamentos, irrompeu a criatividade e emergiu a complexidade social que permitiu o surgimento da linguagem e da cultura. O espírito da África está presente em todos nós.

Identifico três eixos principais do espírito da África, que podem nos inspirar na superação da crise sistêmica que nos assola.

O primeiro é o amor à Mãe Terra, a Mama Africa. Espalhando-se pelos vastos espaços africanos, nossos ancestrais entraram em profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão que todas as coisas guardam entre si, as águas, as montanhas, os animais, as florestas e as energias cósmicas. Sentiam-se parte desse todo. Precisamos nos reapropriar deste espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum.

O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix no dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra ubuntu que significa:”Eu sou o que sou porque pertenço à comunidade” ou “eu sou o que sou através de você, e você é você através de mim”. Todos precisamos uns dos outros; somos interdependentes. O que a física quântica e a nova cosmologia dizem acerca de interconexão de todos com todos é uma evidência para o espírito africano.

A essa comunidade pertencem os mortos como Mandela. Eles não vão ao céu, pois o céu não é um lugar geográfico, mas um modo de ser deste nosso mundo. Os mortos continuam no meio do povo como conselheiros e guardiães das tradições sagradas.

O terceiro eixo são os rituais e celebrações. Ficamos admirados que se dedique um dia inteiro de orações por Mandela, com missas e ritos. Eles sentem Deus na pele, nós ocidentais na cabeça. Por isso dançam e mexem todo o corpo, enquanto nós ficamos frios e duros como um cabo de vassoura.

Experiências importantes da vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos, danças, músicas e apresentações de máscaras. Estas representam as energias que podem ser benéficas ou maléficas. É nos rituais que ambas se equilibram e se festeja a primazia do sentido sobre o absurdo.

Notoriamente, é pelas festas e ritos que a sociedade refaz suas relações e reforça a coesão social. Ademais nem tudo é trabalho e luta. Há a celebração da vida, o resgate das memórias coletivas e a recordação das vitórias sobre ameaças vividas.

Apraz-me trazer o testemunho pessoal de um dos nossos mais brilhantes jornalistas, Washington Novaes:”Há alguns anos, na África do Sul, impressionei-me ao ver que bastava se reunirem três ou quatro negros para começarem a cantar e a dançar, com um largo sorriso. Um dia, perguntei a um jovem motorista de táxi: “Seu povo sofreu e ainda sofre muito. Mas basta se juntarem umas poucas pessoas, e vocês estão dançando, cantando, rindo. De onde vem tanta força?” E ele: “Com o sofrimento, nós aprendemos que a nossa alegria não pode depender de nada fora de nós. Ela tem de ser só nossa, estar dentro de nós”.

Nossa população afrodescendente nos dá a mesma amostra de alegria que nenhum capitalismo e consumismo pode oferecer.

.

Fonte: Jornal do Brasil

http://www.jb.com.br/

http://www.jb.com.br/leonardo-boff/noticias/2013/12/11/por-que-no-meio-da-dor-os-negros-dancam-cantam-e-riem/?from_rss=rio

..

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 12 de Dezembro de 2013, pelas 12h 25m

.

.

 

Garden Route

* Fotos — Myriam de Carvalho @ 10:48 pm

.

Knysna

.

.

Em Knysna, sempre tive a sensação agradável de me encontrar em casa

– parecia-me a Ria Formosa! –

Fonte:

Imagens, do Google.

.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 8 de Dezembro de 2013, pelas 23h

.

.

Golden Gate

* Fotos — Myriam de Carvalho @ 10:40 pm

.

A África do Sul é um país de paisagens naturais surpreendentes – 

– Aqui, por exemplo, uma pessoa vai na estrada,

e  de repente, o mundo abre-nos as portas!

.

.

Fonte:

Imagens, do Google.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 8 de dezembro de 2013, pelas 22. 30h

.

.

O reverso do que foi o Paraíso Branco

* Fotos — Myriam de Carvalho @ 3:20 pm

.

.

.

Fonte:

Imagens, do Google.

Primeira imagem:

Alexandra Township (Joanesburgo)

.

Segunda imagem:

Soweto

.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 7 de Dezembro de 2013, pelas 15h 30m

.

.

.

 

Primavera em Pretoria

* Fotos — Myriam de Carvalho @ 2:52 pm

.

.

.

.

Fonte:

Imagens, do Google.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 7 de Dezembro de 2013, pelas 15hora

.

.

.

Madiba

* Notas Breves — Myriam de Carvalho @ 10:54 am

.

.

É com este sorriso bondoso

que eu gosto de te recordar

Um sorriso de quem soube escolher o caminho

que conduziu o seu povo pela via da libertação

.

A libertação nunca é completa…

Fica sempre um árduo caminho a percorrer,

É necessária grande vigilância porque os caminhos da opressão

nunca desistem dos seus escravos…

.

Mais,

MANDELA saiu de 27 anos de prisão

sem exercer vinganças!

MANDELA foi um LÍDER DE PAZ como não conheço outro!

Naqueles 3 anos e meio que vivi em Joanesburgo tive a oportunidade de presenciar

os seus apelos à reconciliação e ao respeito mútuo!

.

MADIBA,

Gostaria de formular um voto –

Gostaria que o modelo que nos legas não voltasse a ser necessário…

…E no entanto,

a vida na aldeia global está a tornar-se sufocante e novamente se avizinham horizontes de opressão

mesmo em locais donde parecia que já tinham sido erradicados…

.

MADIBA, lá nessa Outra Dimensão onde agora moras,

e onde o teu Espírito pode já expandir-se sem limites,

continua a inspirar o Mundo nos caminhos da Paz, e do Respeito pela Dignidade Humana!

.

NELSON ROLIHLAHLA MANDELA,

a quem tão carinhosamente chamavam MADIBA,

era um príncipe Xhosa.

Foi considerado “terrorista” por governos de Direita como os dos EEUU de Reagan, da Grã-Bretanha de Tatcher, e de Portugal de Cavaco.

Terrorismo, rebeldia, violência – são conceitos perversos, que definem não o “rebelde” – mas sim a vontade do opressor em nunca ser contestado, nem denunciado, nem destronado

Porque Nelson Mandela compreendeu que tinha que se decidir pela luta armada, compreendeu que só pela via da violência civil conseguiria desalojar o regime do Apartheid…

.

Eu considero-me pacifista.

Tenho o maior apreço por Gandhi, e por Martin Luther King Jr, e adiro à via que escolheram da desobediência civil sem violência armada.

Mas compreendo e igualmente aceito, e respeito, que em circunstâncias extremas os líderes políticos que conduzem os seus povos em lutas de libertação, tenham que escolher a luta armada. Não se compreende como é que a população originária de uma região seja dominada por uma minoria oriunda de terras estranhas! Não se compreende – nem se aceita!  Aliás, não são de aceitar situações de desigualdade e opressão, sejam elas quais forem – e venham de onde vierem!

Repudio por completo o conceito de “terrorismo” tal como foi definido e usado.

Mas considero que o caminho tomado pela nossa política actual é um caminho de “terrorismo” – terrorismo exercido pela via da Economia ao serviço de novos opressores.

.

Publicado por Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 6 de Dezembro de 2013, pelas 11 horas.

.

.

Next Page »
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-Share Alike 3.0 Unported License.
(c) 2019 Por Ondas do Mar de Vigo | powered by WordPress with Barecity