«Myriam Jubilot de Carvalho» Uma Senhora Poetisa Portuguesa

Poesia — Myriam de Carvalho @ 5:36 pm

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Myriam Jubilot de Carvalho – Uma Senhora Poetisa Portuguesa a se ter em conta no panorama cultural universal.

A sua experiência de décadas de docência, como professora de crianças entre os 11 e os 13 anos, reflecte-se nas sua obra literária.

Actualmente pesquisadora académica no CLEPUL – Centro de Estudos Europeus e Lusófonos da Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras.

O CLEPUL tem 534 investigadores – 293 doutores e 241 mestres e licenciados – distribuídos por 8 grupos de investigação e 5 pólos.

…No dia 8 de Abril 2017 – na centenária Livraria Férin, em Lisboa, terá lugar a apresentação da sua mais recente obra “O Livro das Actas” – memórias do seu tempo de docência numa cidade da Grande Lisboa além-Rio-Tejo – paradigma de duas épocas, entre o ensino Antigo Regime e o pós 25 de Abril, dá-nos memórias do seu tempo de docência numa cidade da Grande Lisboa, além-rio-Tejo.

(Vide anúncios anexos alinhados nos ‘posts’ anteriores).*

Coordenação da sessão de apresentação a cargo de Silvya Gallanni, pelos Cadernos vuJonga, projecto conjunto.

E leituras pela colega da autora, Dulce Pereira Teixeira.

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CARTAZ e apontamento: © Mphumo Kraveirinya

Publicado por

 © Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 6 de Abril de 2017, pelas 18h

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Livraria Ferin desde 1840 e ‘O Livro das Actas’

Poesia — Myriam de Carvalho @ 5:28 pm

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Poster de ©Mphumo João Craveirinha

Dia 6 de Abril de 2917, pelas 16h 30m

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Poster da obra ‘O Livro das Actas’

Educação e Criatividade — Myriam de Carvalho @ 5:23 pm

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Poster de

© Mphumo Kraveirinya

anunciando o ‘Porto de honra’

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho 

Dia 6 de Abril de 2017, pelas 16h

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Clássicos de outros tempos – Ibn Jafáya

Alandalus,Antologia — Myriam de Carvalho @ 5:58 pm

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Ibn JAFÁYA


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Ibn Jafáya (1058-1139) foi um dos maiores poetas do Al-Andalus.
Era natural de Alzira, na taifa de Valência, na época Almorávida.

Em certa medida, foi contemporâneo de Mio Cid (1040-1099).
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Ibn Jafáya: chamaram-lhe “o jardineiro” por tão bem cantar e descrever flores e jardins.
O seu estilo era tão admirado que influenciou manifestamente os poetas da sua época e seguintes.
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Encontram-se no You Tube, poemas seus, musicados.
E também basta um breve recurso à Net para se encontrarem traduções de poemas da sua autoria.
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Tento aqui uma versão, em português, de um pequeno poema:
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“Que felicidade a vossa, ó gentes do Al-Andalus!
Essas sombras ridentes, os regatos sonolentos,
esses rios, essas folhagens, esses lugares abençoados –
todos trazendo à nossa terra os jardins do Éden.
Pela sua excelência, seria esta a região que eu escolheria.
Não vos assusteis, amanhã, de entrar nestas terras de calor:
Nem o paraíso esmoreceria perante tanta incandescência”
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“Le Chant d’al-Andalous” – une anthologie de la poésie arabe d’Espagne.
Édition bilingue.
Traduit de l’Arabe (…)
Éd. Sindbad – 2011
ISBN 978-2-7427-9518-5
– página 181
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Publicado aqui, e igualmente no FB, por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 20 de Maio de 2017, pelas 19h

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A Tenda Vermelha – notas a partir do filme

Notas Breves — Myriam de Carvalho @ 1:23 pm

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Filme “A Tenda Vermelha” (The Red Tent)

Canal SIC, sessão Hollywood; tarde de sábado, 14 de Maio de 2017

O filme “A Tenda Vermelha” baseia-se no romance com o mesmo título, de Anita Diamond (jornalista e escritora norte-americana, nascida em 1951).

O enredo tenta reconstituir o que teria sido a vida das mulheres nos tempos bíblicos. Para isso, recorre à vida das esposas e concubinas de Jacob, e seus filhos e filhas, numa história engenhosamente bem urdida.

O que é interessante notar, no entanto, é a encenação cinematográfica. A história situa-se no período dos Patriarcas bíblicos, quando ainda pastoreando na Mesopotâmia. Qual teria sido o aspecto das pessoas desse tempo? Como teria sido o aspecto da Humanidade há cerca de 7000 anos – uns 5000 aC + 2000 dC, perfará sensivelmente uns 7000 anos.

Sabe-se, pelas reconstituições a partir de restos arqueológicos de ADN encontrados em escavações, que o aspecto dos europeus seria bastante escuro. E que teria clareado progressivamente, pelo aporte de genes presentes no ADN dos habitantes do Médio Oriente, à medida que a mestiçagem ia acontecendo.

Mas seriam esses nossos semelhantes da Antiguidade oriental, de pele tão clara como se mostra no filme? Pessoas que vivam ao ar livre, sob o sol dos oásis, que habitariam em tendas?

A minha interrogação vem do pormenor interessante de que o nome de Labão, o sogro de Jacob, quereria dizer “branco”. Ora, sendo “branco” um adjectivo, referir-se-ia a um aspecto particular que só faria sentido pelo contraste com o dos seus semelhantes… “Labão” = “branco” seria provavelmente uma alcunha. Teria ele alguma doença de pele, seria albino…? Fosse como fosse, o seu aspecto sobressairia do contexto geral do dos seus contemporâneos, senão, qual a razão que nos explique esse nome-alcunha?

No filme, só as concubinas mostram alguma leve mestiçagem, tendo aliás participações pouco relevantes.

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Tudo isto nos leva a pensar, mais uma vez, em como se forma a opinião pública. São-nos fornecidas imagens muito belas, muito bem escolhidas, e por isso com força bastante para coincidirem com os preconceitos existentes em relação a questões pendentes sobre identidade e racismo.

As personagens boas são “brancas”; os malvados irmãos de José, são muito morenos, atarracados, deselegantes e grosseiros.

Claro que o príncipe que casa com Dinah é um belo e esbelto moreno… de pele clara… E já agora, de corte de cabelo um pouco à maneira dos anos 50…

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Gostei do filme. Gostei da história bem urdida dando vida a personagens lendárias, tentando reconstituir o quotidiano de tempos tão remotos.

Mas recordando outros filmes sobre a Antiguidade, como por exemplo – “Cleópatra”, de Mankiewicz (1963), ou “Alexander the Great”, de Oliver Stone (2004), em que a norte-africana Cleópatra é a bela Elizabeth Taylor, ou o grande guerreiro Alexandre Magno é Colin Farrell e sua mãe é Angelina Jolie, fico a perguntar-me se não haveria actores cuja aparência não pudesse ser mais autêntica…

A minha ideia é que é preciso familiarizar o grande público com o conceito de que a Humanidade é esse arco-íris de fenótipos variados, uma imensa tenda onde todos podemos – e devemos – celebrar uma existência de fraternidade. E mais – que a “inteligência” não é dom exclusivo dos europeus e seus descendentes espalhados pelo mundo… Pense-se por exemplo nos grandes diques construídos no Reino de Sabá, pense-se nas grandes construções dos Egípcios, dos Persas… Pensemos em regiões para nós muito mais remotas, como por exemplo a China Antiga. Em épocas mais recentes, lembremos as grandes construções do Zimbabwe… Os construtores dessas civilizações não estiveram à espera que os Europeus lá chegassem. Aliás, a cultura europeia tem sido altamente destruidora doutras vidas… A dita “expansão” do Cristianismo levou às Cruzadas. Foi mais um entre outros factores, que levou à globalização a partir do século XVI, com a deslocação forçada de imensas populações pela prática da Escravatura. Claro, houve Escravatura desde sempre… E a captura de escravos não incidia apenas sobre as populações africanas, mas também sobre as populações da Escandinávia, nomeadamente da Finlândia – facto menos conhecido. Mas este conhecimento não pode ofuscar a tremenda realidade do número astronómico traduzido em cerca de uns 12 a 13 milhões de deslocados da África para as Américas e Europa. Um tremendo trauma colectivo que travou o normal desenvolvimento das regiões afectadas.

Ainda recentemente, os interesses da Europa e seus continuadores, os EE UU, levaram à destruição do equilíbrio do Médio Oriente (agora diz-se “Próximo Oriente”) e do Norte de África, com as consequências desumanas que conhecemos e a deslocação de refugiados em massa.

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A Arte não é inócua! Cabe-nos a todos os criadores uma tremenda responsabilidade. Cada criador tem que dar o seu contributo à mudança de mentalidades, tendendo a um mundo melhor!

Claro que a Arte tem que ser livre. Mas essa liberdade não é incompatível com o rigor da investigação histórica, nem com os dados sociológicos. Claro que eu não ignoro que em todas as actividades se juntam os interesses económicos e comerciais… Mas tem que haver rigor nas nossas escolhas.

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 17 de Maio de 2017, pelas 14h 20m

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25 de Abril

Contos — Myriam de Carvalho @ 10:11 am

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25 de Abril sempre

Ai, se a Vida se confinasse nos bons discursos

viveríamos no Paraíso

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Hoje acordei, recordando esta canção que se ouvia obsessivamente na Rádio portuguesa nesses tempos quentes da Revolução dos Cravos

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 25 de Abril de 2017, pelas 11h 15m

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Quem é Silvya Gallanni

Notas Breves — Myriam de Carvalho @ 12:14 pm

Quem é Silvya Gallanni

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Silvya Gallanni é minha Amiga.

É cidadã brasileira pelo nascimento, e portuguesa pelo casamento.

Silvya Gallanni é especialista em Haikai, e grande fotógrafa amadora. Está a preparar a sua própria edição da sua primeira colectânea de Haikai – sobre a qual, para já,  não me devo pronunciar, pois ainda é cedo para o fazer. Sairá em breve.

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Silvya Gallanni e seu marido, Mphumo João Craveirinha, e eu própria, criámos a equipa dos Cadernos vuJonga, e publicamos os nossos próprios livros.

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 24 de Abril de 2017, pelas 13h 15m

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O “Velho Chico” e as novelas da TV Globo

Notas Breves — Myriam de Carvalho @ 12:14 pm

“Velho Chico”


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Mais uma novela brasileira, da TV Globo, eminentemente pedagógica. Os brasileiros juntam, como ninguém, Pedagogia e Arte. Concretamente, em “Velho Chico”, vê-se a Técnica ao serviço da ‘defesa do meio ambiente’ e da denúncia da prepotência do poder conservador. Particularmente importante em “Velho Chico”, é a presença assumida da mestiçagem e da descendência dos Índios. Os filhos do Coronel são mestiços, e ninguém lhes cobra por isso. A vidente índia é respeitada pelo padre em pé de igualdade. A política paternalista dos poderosos é desmascarada, e o apelo à acção popular dá a entender que a Democracia é da responsabilidade de todos os cidadãos, entendida como direitos e deveres. E é um dever zelar pela sua preservação esclarecida.

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Evidentemente, não posso ter uma visão total das novelas produzidas pela TV Globo ou outra. Limito-me a ver uma aqui, outra ali.
Mas ultimamente, são de salientar “Lado a Lado”, “Liberdade, Liberdade”, “Rebu”, “Império”, “A Regra do Rogo”. E por fim esta, “Velho Chico”.

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Tratando-se das séries de entretenimento, são igualmente notáveis as séries de Humor. Um Humor – umas vezes deliciosamente anárquico, como é o caso das séries de Miguel Falabella, outras vezes elaborado em alto grau, como a série “A Mulher Invisível”. Entre um extremo e outro – “Os Normais”.
Outras vezes, um Humor melancólico, sentimental, de grande penetração psicológica, como “A Grande Família”.

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É também de referir o aproveitamento e adaptação das lendas e histórias da Idade Média, com as suas figuras populares como a ‘alcoviteira’ ou os filhos enjeitados ou roubados ou desaparecidos. Em “Rebu”, por exemplo, foi notável a adaptação do conto “Os Três Ladrões”.

“Rebu” foi ainda o que poderemos considerar uma “novela experimental”, pela técnica narrativa utilizada, condensada e com frequente recurso ao ‘flash back’, pelos planos arrojados, e pela qualidade da fotografia que teve a particularidade de ser a ‘preto e branco’.

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Quando, nos anos 80, as novelas brasileiras chegaram a Portugal, surgiram estudos sociológicos defendendo que as novelas assumiam a função de uma “universidade popular”.
Essa vertente continua a verificar-se, umas vezes com maior evidência, outras vezes de forma mais diluída.

As novelas desempenham muito bem a função clássica da “literatura moralista” no sentido etimológico que vem do termo “mos, moris = costumes”. Ou seja, são uma versão actualizada do que, em linguagem mais moderna, chamamos “romance de costumes”: tal como no romance clássico, fazem uma análise profunda dos comportamentos humanos, no amplo leque que vai dos bons e generosos aos mais perversos. Por outras palavras, podemos considerar a novela televisiva como “novela de costumes”, baseada no princípio latino “ridendo castigat mores = corrige os costumes sorrindo“. E é de facto isso que a novela televisiva, muito especialmente a novela brasileira, no seu melhor, vai fazendo, quando aponta claramente caminhos de respeito pela dignidade humana e pelo meio ambiente. Do mais escolarizado ao menos escolarizado, do mais abastado ao mais desprotegido, todos somos membros de uma mesma comunidade, e todos temos que zelar por ela, na base do respeito. Mais uma vez, recordo “La Peste”, de Albert Camus – só se consegue ultrapassar a praga que invadiu a cidade, quando todos unirmos esforços nesse sentido – a cidade, símbolo do país, ou mesmo da sociedade ampla que é o planeta…

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A par de ser uma grande máquina comercial, a TV Globo assume com brilho e rigor, a função pedagógica de contribuir para a elevação do nível de cultura social que o Sistema Educativo não fornece. A partir de Paulo Freire, o grande pedagogo brasileiro (1927-1997), reconhecemos a diferença entre “educação formal”, dada no sistema de ensino oficial, e a “educação não-formal”, conjunto de técnicas educativas para reconduzir as populações desfavorecidas a uma auto-estima que a sociedade instituída lhes roubou. Com esta novela, “Velho Chico”, mais do que com qualquer outra, a TV Globo aposta abertamente numa via de educação “não formal”, fornecendo aos seus tele-espectadores a consciência do seu valor e do seu poder. Na linha de Paulo Freire.

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Igualmente publicado no FB

Dia 22 de Abril de 2017, pelas 13h 15m

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Uma breve amostra de O Livro das Actas

Poesia — Myriam de Carvalho @ 11:36 am

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COM UM GRANDE AGRADECIMENTO

A TODAS AS PESSOAS QUE ME ACOMPANHARAM NA APRESENTAÇÃO DO LIVRO,

E A TODAS QUANTAS MANIFESTARAM PESAR POR NÃO PODEREM ESTAR PRESENTES –
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Também para as minhas Amigas SILVYA GALLANNI, e DULCE PEREIRA TEIXEIRA, pela excelente colaboração –
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Para o meu Filho GUILHERME MARTINS, pela grande REPORTAGEM –
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Para o meu Amigo MPHUMO JOÃO CRAVEIRINHA, pelo incansável trabalho gráfico –
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Para a Livraria FÉRIN, peloa simpatia do acolhimento –

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E uma menção especial para os meus familiares que estiveram presentes – Filho – Gui, nora Carlita, netinhos Katty e Gabriel, prima Sãozinha e seu marido Raúl –
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vão estas

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Amostras de “O Livro das Actas”

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VELHAS DO RESTELO (Página 52)
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À velha Colega que me chamou “lírica”
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As velhas do Restelo
Não desembarcam no Mindelo
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Com diábulus e brúxulas
embarcam
num rabelo
Dançam de ródula até
ao Cabedelo – Galáxias
intêirulas
Nuas e em pêlo
A cavalo num cabelo
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Ó Velhas do Restelo
Ficade-vos para aí
Marrando
num escalpelo
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MODELO DE ACTA (página 46)
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Grande pedalada têm os
palradores
e também os fumadores
E mais ainda os animadores
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Perdoai-lhes pai que
não sabem o
que dizem
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Ou então perdoa-me
a
mim
que não entendo
nada
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E se quem nada
não se afoga
E se eu me estou a
afogar
Quem me virá acudir
se não
me faço ouvir?!
*
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CORAÇÃO DE CANETA (Página 40)
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O Sol brilha,
A Lua queima!
Quebra-se a bilha –
Fica a toleima
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Pergunto ao Sol
para onde vai
O Sol não ouve
…No meu Relógio,
o Tempo se me esvai
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Falta-me a força
Falta-me o feelling
Danço na forca
Smiling Smiling
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Desde que te libertei,
meu coração de caneta,
não mais aqui me encontrei…
Todos me acham pateta
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Estas reuniões são o pão
para quem anda a ganhá-lo!
Mas para mim são só razão
de me dar um g’anda galo
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Problemas sem cabimento
– oiço dizer por aí…
Me agarro às orlas do Tempo
e vou pairando sem fim…
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A coragem, meu Amigos,
não é só para os tomates:
Tenho visto muito homem
borradinho, os grandes trastes
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Os cavalos também se abatem
– que arrelia, que arrelia
As nuvens vão dar ao mar
– quem diria, quem diria!
A Lua, em minoria,
foge, para não falar
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O papa-figos dá sorte
O pára-raios também
O Amor para ser forte
precisa de ir muito além
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Nestas quadras que te dou,
passam amores, e saudades
Como as árvores da Floresta,
vou-te poupando as verdades
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As pombas voam cantando
enquanto dura a juventude!
Que em os cabelos branqueando…
…perdeu-se toda a virtude
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Myriam Jubilot
O Livro das Actas
Cadernos vuJonga, 2017
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FOTOS de:

Meu Filho, Guilherme Martins,

minha Amiga, Silvya Gallanni

Arranjo gráfico de Mphumo João Craveirinha

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© Myriam Jubilot de Carvalho

Dia 13 de abril de 2017, pelas 12h 35m

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Confúcio e o Ensino, e o meu ‘O Livro das Actas’

Antologia — Myriam de Carvalho @ 6:04 pm

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Legenda:

Sobre a importância do Ensino – Pensamento filosófico atribuído

ao sábio chinês Kong Qui vulgo CONFÚCIO (551aC – 479aC.)

= Se o teu Projecto é para 1 ANO, planta ARROZ (Alimentação sustentável)

= Se o teu Projecto é para 10 Anos, planta ÁRVORES (Ecossistema estável)

= Se o teu Projecto é para 100 ANOS, EDUCA CRIANÇAS (Melhor Sociedade)

Com ‘data vénia’ Tradução Livre e Simbolismo por Mphumo Kraveirinya 6 Abril 2017. Layout vuJonga

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(Poster especial para apresentação d’ ‘O Livro das Actas’ da autora e Profª  Myriam Jubilot

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FONTES: Confucius Byography – http//www.biography.com/people/confucius-9254926

ICONOGRAFIA, layout e texto em inglês, créditos: ‘OURTIMEORG’

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Publicado por

© Myriam Jubilot de Carvalho

Poster © Mphumo Kraveirinya

Dia 6 de Abril de 2017, pelas 17h

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